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	<title>Arquivo de Sertã - Diário Popular</title>
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	<description>Notícias de última hora sobre a atualidade em Portugal.</description>
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	<title>Arquivo de Sertã - Diário Popular</title>
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		<title>Antigo militar da GNR expõe &#8220;Reflexos de Liberdade&#8221; na Sertã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 21:42:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EXPOSIÇÕES]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito de Castelo Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Pintura]]></category>
		<category><![CDATA[Sertã]]></category>
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<p>A primeira exposição de pintura de José António Ferreira, intitulada “Reflexos de Liberdade”, está patente ao público até 15 de dezembro no pavilhão do CCDR São Tiago, em Codiceira, no concelho da Sertã.</p>



<p>José António Ferreira, natural da Sertã e nascido em 1964, escolheu um tema profundamente ligado ao lugar onde vive e às memórias culturais e naturais que o rodeiam. As paisagens, as artes tradicionais que se perderam, como o trabalho do linho, e os momentos de convivência familiar junto à lareira são elementos centrais da exposição.</p>



<p>A mostra “Reflexos de Liberdade” reflete também “o sentimento de paz e liberdade” que o artista associa à sua terra natal: “É como uma gaivota que sai do seu habitat e voa livremente”, descreve o artista, que expõe 25 telas e duas janelas em madeira pintadas a óleo. O seu filho Eduardo, aproveitando a oportunidade, expõe três telas pintadas a óleo.</p>



<p>O interesse de José António – antigo militar da GNR &#8211; pela pintura começou ainda quando estudante, mas foi em 2012 que se dedicou às telas, enquanto acompanhava o filho à escola de artes na Sertã (Amarte). O incentivo veio do professor e pintor Luís Gonçalves, que o desafiou a desenhar durante as aulas.</p>



<p>Desde então, o artista passou a explorar diferentes técnicas, incluindo pastel seco, óleo e acrílico, inspirando-se no mundo que o rodeia e nos ambientes que resultam, por exemplo, das suas frequentes peregrinações no Caminho de Santiago.</p>



<p>A paixão pela pintura em óleo sobre tela levou-o a frequentar aulas, a partir das quais criou os trabalhos que agora expõe e constituem uma oportunidade para conhecer o trabalho de um artista que une memórias, tradições e a liberdade da sua terra natal em formas e cores únicas.</p>



<p>A mostra, com entrada livre, conta com o apoio do Município da Sertã, da Freguesia da Sertã e do Clube Cultural Recreativo e Desportivo (CCDR) de São Tiago.</p>



<p>A exposição estará aberta de segunda a sexta-feira, das 17h00 às 20h00; ao sábado, das 15h00 às 23h00; e ao domingo, das 13h00 às 21h00.</p>
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		<title>Circuito das Beiras recria aventura histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jul 2024 11:43:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EVENTOS E ANIMAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito das Beiras]]></category>
		<category><![CDATA[Clube Escape Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Coimbra]]></category>
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		<category><![CDATA[Sertã]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de três dezenas de automóveis de outras eras, oriundos de Portugal, Espanha e Inglaterra, desfilaram pelas estradas da Beira,&#8230;</p>
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<p>Mais de três dezenas de automóveis de outras eras, oriundos de Portugal, Espanha e Inglaterra, desfilaram pelas estradas da Beira, percorrendo os quase 400 quilómetros de uma corrida idealizada por Tavares de Mello em 1903.</p>



<p>Foi na pequena aldeia do Casteleiro, no Sabugal, que a caravana do Circuito das Beiras by Bridgestone / First Stop se juntou. À porta do solar da família Tavares de Mello, com a presença dos seus descendentes, o tempo parecia ter voltado atrás e estávamos outra vez em 1903.</p>



<p>As máquinas de outros tempos iam chegando e colocando-se ao lado do Darracq do Museu do Caramulo, automóvel idêntico ao que José Caetano Tavares de Mello usou para vencer o Circuito das Beiras há 121 anos.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://diariopopular.pt/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="96" data-id="3580" src="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png" alt="" class="wp-image-3580" srcset="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png 600w, https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100-300x48.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></figure>
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<p>Com os atores do grupo de Teatro Hereditas a vestir os papeis de Tavares de Mello e da sua esposa, o início desta aventura começou como em 1903, com o protagonista a sair de sua casa, subir a bordo do Darracq e partir rumo a Coimbra. Nascia o Circuito das Beiras que, pelo segundo ano consecutivo, o Clube Escape Livre celebra numa aventura de quatro dias pelas estradas beirãs, desfilando com magníficas máquinas e os seus pilotos.</p>



<p>Juntos à mesa no Casteleiro, num repasto tradicional que contou com a presença de Vítor Proença, presidente da Câmara do Circuito das Beiras e de Vitorino Fortuna, presidente da Junta do Casteleiro, todos os participantes tiveram o primeiro contacto com a farta gastronomia regional da beira e os seus preciosos néctares, em especial as equipas que nos visitaram de fora do país, vindas de Espanha e Inglaterra.</p>



<p>Depois, tempo para fazer soar os motores de preciosidades como os três Alvis de 1933 e o Aston Martin DB2 de 1951, vindos de Inglaterra, o Packard 120B de 1937 e o MG TD de 1952, vindos de Espanha ou o MG J2 e o Fiat Balila, ambos de 1932 e inscritos por portugueses, num belo percurso até à Guarda, passando pelo Castelo do Sabugal e terminando com nova visita encenada ao centro histórico da cidade mais alta. Nenhum olhar ficava indiferente à passagem da caravana!</p>



<p>Ao jantar, Roberta Cruz, da Bridgestone, deu as boas-vindas a todos os participantes e aproveitou a ocasião para sortear, entre todos, algumas ofertas muito especiais da marca. Depois, tempo de retemperar energias para partir, na manhã seguinte, para a primeira etapa que iria ligar Guarda a Coimbra.</p>



<p><strong>“Motocicletas” também celebram os 121 anos da primeira corrida</strong></p>



<p>Com a chuva a abençoar o arranque, o Circuito das Beiras by Bridgestone / First Stop alinhou atrás do arco da linha de partida colocado à porta do Hotel Versatile, na Guarda. A juntarem-se aos automóveis, estavam agora várias motocicletas antigas, presentes para celebrar também aquela que foi a primeira corrida de motocicletas em Portugal e que ligou, precisamente, Guarda a Coimbra. Entre elas uma Round Tank de 1926 do Museu do Caramulo e uma Ural Sidecar de 1959. Esta última acabaria por percorrer todo o percurso do Circuito das Beiras, enfrentando, como muitos dos clássicos sem capota, a intempérie que se fez sentir durante a tarde de sexta-feira.</p>



<p>Mas nem a chuva abrandou o ritmo dos aventureiros que partiram da Guarda, rumaram a Seia e ao Kartódromo da Serra da Estrela. Após a visita, desfrutaram de um belo repasto no Museu do Pão e seguiram pela Estrada da Beira até Coimbra. Ali, com as máquinas expostas na Praça da República e já com a presença de Carlos Lopes, vereador do desporto da Câmara Municipal de Coimbra, os participantes subiram à Universidade para uma visita guiada aos locais emblemáticos daquela vetusta instituição, antes de um merecido descanso.</p>



<p>Sábado de manhã, a caravana de mais de trinta e cinco automóveis clássicos e mais de oito dezenas de participantes não se deixou intimidar pela bruma matinal e partiu da porta do Vila Galé Coimbra rumo a Castelo Branco, já acompanhados dos derradeiros inscritos na prova, o Peugeot Bebé de 1914, o Minerva de 1923 e o Morris Cowley de 1925.</p>



<p>Pelo caminho, paragem nas ruínas de Conimbriga para uma visita guiada a outros tempos da história do mundo e a difícil subida até às Fragas de São Simão. Tudo antes do almoço típico na Sertã, que contou com a presença de Barros Rodrigues, historiador e autor do livro “O Circuito das Beiras e o espírito visionário de José Caetano Tavares de Mello” que foi oferecido a todos os participantes, e Vítor Farinha da Câmara Municipal da Sertã.</p>



<p>À chegada a Castelo Branco, e já acompanhados por alguns automóveis do Clube de Automóveis Antigos de Castelo Branco, a caravana desfilou pelo centro da cidade e as máquinas históricas mostraram que ainda estão aí para as curvas numa prova de perícia junto à Câmara Municipal.</p>



<p>Para gáudio do muito público presente, estas relíquias mostraram a sua destreza e potência antes de ficarem expostas no Campo Mártires da Pátria. Já com a presença de Leopoldo Martins Rodrigues, presidente da Câmara de Castelo Branco, os participantes brindaram à conclusão da segunda etapa, já com São Pedro a deixar que Sol e o céu azul dessem um ar da sua graça.</p>



<p>A noite foi de repouso para recuperar máquinas e aventureiros para a derradeira etapa do Circuito das Beiras by Bridgestone / First Stop, que ligaria Castelo Branco à cidade da Guarda.</p>



<p><strong>Grande desfile fechou o Circuito das Beiras</strong></p>



<p>Com o último dia a amanhecer solarengo, os aventureiros deixaram o Meliã Castelo Branco, onde receberam uma oferta da Câmara Municipal de Castelo Branco, rumo à Guarda. Pela frente a EN18 e as belas paisagens das beiras que um céu azul deixava apreciar em toda a sua plenitude.</p>



<p>Depois de uma visita guiada à belíssima Aldeia Histórica de Castelo Novo, a caravana de clássicos iniciou a subida até ao centro da cidade da Guarda, onde vários entusiastas locais dos automóveis clássicos juntaram os seus extraordinários exemplares antigos à caravana do Circuito das Beiras by Bridgestone / First Stop.</p>



<p>Reuniram-se, assim, para um desfile pela cidade que teve início junto à Câmara Municipal da Guarda. Sérgio Costa, presidente da Câmara Municipal da Guarda seguiu a bordo do fantástico Berliet de 1926 do Museo de História de la Automoción de Salamanca.</p>



<p>O almoço de encerramento assinalou o final feliz desta reconstituição histórica da prova idealizada por Tavares de Mello há 121 anos. A entrega do troféu SPAL e as lembranças da Câmara Municipal da Guarda, Bridgestone, First Stop e Valorpneu, anteciparam as despedidas, mas as recordações desta emocionante aventura perduram na memória dos participantes, nos conta quilómetros destas máquinas históricas e nas fotografias de todos os que se cruzaram com a caravana ao longo destes dias.</p>



<p>Para Luís Celínio, “o Circuito das Beiras by Bridgestone / First Stop regressará em 2025 para continuar a relembrar a história dos automóveis em Portugal, trazendo muitas novidades e a mesma paixão de sempre. Claro que não será fácil repetir a presença de tão raros exemplares da indústria automóvel. Porém, esse será o nosso desafio assim como para as Câmaras de Guarda, Coimbra, Castelo Branco e Sabugal, que desejam transformar este evento em cartaz turístico da região.”</p>
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