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	<title>Arquivo de Odivelas - Diário Popular</title>
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	<description>Notícias de última hora sobre a atualidade em Portugal.</description>
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		<title>Detido incendiário que colocou em perigo habitações em Odivelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 20:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CRIMES]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Odivelas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Judiciária]]></category>
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<p>Um homem de 56 anos foi detido pelo Polícia Judiciária (PJ) pela prática de um crime de incêndio florestal em Ramada, no concelho de Odivelas.</p>



<p>Os investigadores da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificaram e detiveram um individuo suspeito da autoria do fogo que eclodiu no dia 1 de julho, numa zona de mato, tendo colocado em perigo habitações próximas do local.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://diariopopular.pt/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="96" data-id="3580" src="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png" alt="" class="wp-image-3580" srcset="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png 600w, https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100-300x48.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></figure>
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<p>O detido foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada como medida de coação apresentações diárias.</p>



<p>De acordo com os registos da Proteção Civil, o incêndio teve inicio às 19h52 e mobilizou 17 operacionais e quatro viaturas, que conseguiram debelar as chamas em pouco mais de meia hora, evitando que o fogo atingisse as habitações da Rua António Ferreira Gomes.</p>
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		<title>Construir Portugal vai edificar 4 mil casas em dezoito concelhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 21:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[HABITAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Alcochete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo assinou acordos com dezoito municípios para a construção de 4 483 habitações no âmbito do programa Construir Portugal,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Governo assinou acordos com dezoito municípios para a construção de 4 483 habitações no âmbito do programa Construir Portugal, financiado pelo PRR.</p>



<p>Os contratos assinados para financiamento total da construção ou reabilitação das casas, abrangem 4&nbsp;130 imóveis, no valor de 400 milhões de euros, nos concelhos da Moita, Alcochete, Almada, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Odivelas, Oeiras, Sesimbra, Setúbal, Sintra, Vila Franca de Xira e Seixal, todos na região de Lisboa, e 355 fogos, no valor de 54 milhões de euros nos municípios de Fafe, Guimarães, Lamego e Matosinhos, na região Norte.</p>



<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, que presidiu à cerimónia realizada na residência oficial do chefe do Governo, destacou que “a política de habitação é prioritária no Programa do Governo e é imprescindível para dar dignidade a muitas famílias, que não têm uma habitação digna, mas também fundamental para termos um desenvolvimento harmonioso dos pontos de vista social e económico”.</p>



<p>A falta de habitação é “um dos grandes empecilhos à fixação de pessoas” que possam oferecer maior capacidade dos serviços públicos essenciais, à competitividade e produtividade das empresas e da economia, disse, acrescentando que “esta é uma prioridade absoluta que o Governo está empenhado em promover com os parceiros essenciais que são as autarquias locais”.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://diariopopular.pt/"><img decoding="async" width="600" height="96" data-id="3580" src="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png" alt="" class="wp-image-3580" srcset="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png 600w, https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100-300x48.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></figure>
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<p>O PRR “infelizmente está atrasado e este Governo tudo está a fazer para o acelerar, para recuperar o atraso e para cumprir a meta temporal sem a qual” os seus fundos necessários para o programa Construir Portugal não serão pagos a Portugal</p>



<p>Luís Montenegro referiu que “foram inscritos 1400 milhões de euros no PRR para a construção de 26 mil fogos. No último ato do Governo que nos precedeu, esta verba foi reforçada em 390 milhões de euros” e quando chegámos ao Governo concluímos que essas verbas “não eram suficientes”.</p>



<p>“Precisávamos de mais 400 milhões de euros. Tomámos essa decisão recentemente” – foi publicada a 19 de julho –, afirmou Montenegro, explicando que esta decisão “dá uma ideia do esforço que o Orçamento do Estado está a fazer para completar o financiamento que não foi devidamente assegurado no PRR. Estamos a falar de 790 milhões de euros que o Orçamento vai alocar a este programa”, sem os quais não só não era possível construir as casas programadas, como não era possível utilizar a verba do PRR.</p>



<p>Por outro lado, “tínhamos um segundo problema que estava a emperrar a execução deste plano, o excesso de burocracia, de procedimentos, que dificultam e muito a aprovação das candidaturas e, portanto, a execução dos programas. Não podíamos ficar à espera de que houvesse capacidade de resposta dos serviços para analisar meticulosamente projeto a projeto” no âmbito do programa Construir Portugal, disse.</p>



<p>A primeira ação foi negociar com a Comissão Europeia “um instrumento excecional para ultrapassarmos este problema. Este instrumento, que está subjacente aos contratos agora subscritos, é um termo de responsabilidade que as câmaras assumem de cumprimento de todas as estipulações” a que são obrigadas.</p>



<p>A lógica é a de “eventuais desconformidades poderem ser corrigidas enquanto o processo anda e as obras estão no terreno. Em vez de estarmos à espera de resolver toda a pequena burocracia, queremos as obras a serem executas e esses problemas resolvidos”, afirmou.</p>



<p>“Foi nesta base de confiança que alicerçámos este ‘expediente’ para podermos construir as casas e começar a programar o que falta”: tratar das mais 26 mil casas “que os municípios querem também construir, mas para as quais ainda não temos todos os instrumentos financeiros”, disse, acrescentando que “tudo faremos para encontrar uma solução financeira”.</p>



<p>O primeiro-ministro referiu que “este esforço de aceleração da execução dos fundos comunitários, e do PRR em particular, não se tem esgotado na habitação”, referindo a construção de escolas e de unidades de saúde.</p>



<p>“Em três meses já assinámos contratos de 1 500 milhões de euros e é expectável que nos próximos dias possamos atingir os 2 000 milhões de euros”, nomeadamente na área da saúde.</p>



<p>“O desafio é gigantesco e muitíssimo exigente e tenho a perfeita noção de que só o vosso [dos autarcas] esforço e empenhamento máximo poderão superar esta janela de tempo tão curta” que temos para executar tantos investimentos “cruciais para a qualidade de vida dos portugueses e a competitividade do nosso País”.</p>



<p>Luís Montenegro disse ainda que não se pode “desperdiçar a oportunidade que temos de tornar o nosso País mais habilitado a oferecer esperança às pessoas, a oferecer-lhes um futuro, em particular aos mais jovens, para que o País não fique desguarnecido do seu capital humano” – e possa até atrair mais – porque “sem ele não vamos conseguir criar a riqueza necessária para termos uma sociedade justa”.</p>



<p>Até agora já foram assinados mais de 300 contratos e termos de responsabilidade com os municípios, que representam projetos num valor global de cerca de 720 milhões de euros para construção e reabilitação de mais de 6 700 fogos.</p>
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