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	<title>Arquivo de Bibliotecas e Arquivos - Diário Popular</title>
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	<title>Arquivo de Bibliotecas e Arquivos - Diário Popular</title>
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		<title>Importância dos arquivos debatida em Porto de Mós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 23:36:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BIBLIOTECAS E ARQUIVOS]]></category>
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<p>A importância dos arquivos esteve em análise nas II Jornadas Memória Futura: arquivos na comunidade “Documentos de abril”, que decorreram na Central das Artes de Porto de Mós.</p>



<p>A conferência inaugural ficou a cargo de Maria Fernanda Rolo, professora catedrática da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, que tem vindo a desenvolver um trabalho sobre a valorização dos arquivos de comunidade, focando aspetos como a participação, diversidade, e acessibilidade dos materiais como documentos escritos, fotográficos, objetos, testemunhos orais trazendo ainda para a apresentação o exemplo do projeto “Memórias para Todos”</p>



<p>O encontro seguiu com o primeiro painel “Os arquivos, a história e a construção da memória de Abril”, sob moderação de Pedro Penteado, diretor de Serviços de Arquivística e Normalização da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.</p>



<p>Este painel contou com a participação de Paulo Tremoceiro, chefe de Divisão de Comunicação e Acesso da Torre do Tombo, que trouxe uma visão da dinâmica da instituição e dos principais fundos documentais existentes no Arquivo Nacional, que poderão trazer linhas de investigação para a memória do antes e pós 25 de Abril.</p>



<p>Pedro Félix, coordenador da Equipa Instaladora do Arquivo Nacional do Som, esclareceu a audiência sobre as potencialidades dos arquivos sonoros e os principais desafios que enfrentam, trazendo exemplos práticos associados ao 25 de Abril.</p>



<p>Jorge Custódio, historiador, museólogo e investigador do Instituto de História Contemporânea, Nova Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, encerrou o painel com o testemunho vivo de quem viveu Abril, aliando a experiência pessoal ao conhecimento científico de forma exímia.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://diariopopular.pt/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="625" height="100" data-id="4719" src="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/10/PUB-600X100.webp" alt="Publicidade Diário Popular" class="wp-image-4719" srcset="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/10/PUB-600X100.webp 625w, https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/10/PUB-600X100-300x48.webp 300w" sizes="(max-width: 625px) 100vw, 625px" /></a></figure>
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<p>O segundo painel do dia foi dedicado à temática “Património local e regional: a documentação de Abril”, com moderação de Maria Cristina Vieira de Freitas, diretora do Arquivo da Universidade de Coimbra e do Centro de Documentação 25 de Abril, da Universidade de Coimbra.</p>



<p>Acácio de Sousa, historiador, investigador e coordenador da Comissão das Comemorações do 50º aniversário do 25 de Abril de 1974 em Leiria, abriu o painel com um mapa conjetural dos arquivos em Portugal, identificando as suas conquistas, mas também os desafios com que se deparam, deixando uma série de indicações e sugestões para técnicos e decisores.</p>



<p>Filipe Guimarães da Silva, diretor executivo da Fundação Mário Soares e Maria Barroso e investigador integrado no projeto “Memórias para Todos”, apresentou o trabalho notável que a fundação desenvolve na preservação de património muito vasto e a forma como estende a sua atuação às comunidades locais.</p>



<p>Emília Margarida Marques, antropóloga e investigadora no Centro em Rede de Investigação em Antropologia e no Instituto de História Contemporânea, expôs o trabalho de investigação, que teve como pilar fundamental fontes escritas bastante relevantes, muitas delas cedidas por uma variedade de arquivos locais que originou uma exposição intitulada &#8220;Artistas na Fábrica”  que retrata o trabalho de três artistas da região de Leiria no contexto histórico e social do decurso da Segunda Guerra Mundial, na afirmação do neorrealismo e da resistência à ditadura em Portugal.</p>



<p>Sandra Gomes e Elsa Bento, membros da Rede de Arquivos da Região de Leiria, encerraram o encontro com uma mostra alargada de documentos dos vários municípios da região, referentes ao período pré e pós-revolução do 25 de abril, concretizando em exemplos práticos a importância dos arquivos municipais, por um lado, e a riqueza dos seus acervos, por outro.</p>



<p>O debate entre oradores e técnicos deixou antever a larga e profícua discussão que há, ainda, a fazer sobre a importância dos arquivos, a sua gestão e as lacunas existentes em termos de legislação e diretrizes que os orientem e valorizem.</p>
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		<title>Arquivo Municipal de Pombal aposta na transição digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 18:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BIBLIOTECAS E ARQUIVOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Arquivo Municipal de Pombal assinala os 18 anos com um novo portal de pesquisa online, que marca a transição&#8230;</p>
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<p>O Arquivo Municipal de Pombal assinala os 18 anos com um novo portal de pesquisa online, que marca a transição digital naquele espaço cultural.</p>



<p>“Numa primeira fase, de forma gratuita e universal, passam a estar acessíveis para consulta os Fundos da Administração do Concelho do Louriçal; da Câmara Municipal do Louriçal [extinta em 1855]; das Comissões Municipais especializadas, como a de Arte e Arqueologia, de Assistência, de Turismo, de Higiene e as coleções de jornais de Pombal, fotografias antigas da vila de Pombal, postais, selos e cartazes, entre tantos outros”, refere Fernanda Pinto, técnica superior de História do Município.</p>



<p>“Regularmente será disponibilizada informação sobre outras séries documentais e fundos arquivísticos da administração central desconcentrada, da local, de associações e arquivos pessoais e familiares, à guarda do Arquivo Municipal”, acrescenta.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://diariopopular.pt/"><img decoding="async" width="600" height="96" data-id="3580" src="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png" alt="" class="wp-image-3580" srcset="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png 600w, https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100-300x48.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></figure>
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<p>Criado por deliberação camarária de 9 de dezembro de 2002, no âmbito do Programa de Apoio à Rede Nacional de Arquivos Municipais (PARAM), do Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo, foi comparticipado financeiramente para a sua instalação, em edifício construído de raiz, no centro histórico da cidade.</p>



<p>A primeira pedra foi lançada no dia 11 de novembro de 2004, sendo inaugurado no dia 29 de julho de 2006 pelo então Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, estando desde então o acesso à memória coletiva salvaguardado e preservado.</p>



<p>De acordo com Fernanda Pinto, “o Arquivo Municipal de Pombal tem à sua guarda toda a documentação produzida e recebida pelos diversos serviços municipais no decorrer das suas funções desde o século XVIII, até aos nossos dias, para preservar a memória dos atos da administração para efeitos de testemunho, prova ou informação, como garantia dos direitos dos cidadãos.”</p>



<p>Ao Arquivo Municipal de Pombal “cumpre-lhe preservar, tratar arquivisticamente e tornar acessível todos os documentos à sua guarda; promover a recolha de documentação considerada de interesse para a história municipal, por compra, doação ou depósito e fomentar a realização de atividades culturais relacionadas com o seu acervo ou a história local”, refere.</p>



<p>O Arquivo Municipal possui aproximadamente 2.000 metros lineares de documentação relativa à memória da cidade e do concelho, em diversos suportes e tipologias documentais, com cerca de 40 fundos e coleções, um total de 77.622 registos de descrição e, 3.994 documentos digitalizados.</p>
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