O primeiro Fórum de Geoparques Mundiais da UNESCO de Língua Portuguesa reuniu no território do Seridó, no estado brasileiro de Rio Grande do Norte.
O encontro permitiu debater estratégias comuns ao nível da geoconservação, geoeducação e geoturismo, mas também os desafios que ambos encerram nos seus territórios.
O foi constituiu uma oportunidade de conhecer de perto o território do Seridó Geoparque Mundial da UNESCO, no Rio Grande do Norte, que integra seis municípios no sertão brasileiro, tendo a sua sede em Currais Novos.

No final foi anunciado que a segunda edição deste evento decorrerá em 2026, no território do Arouca Geoparque Mundial da UNESCO. Até lá, os Geoparques Mundiais da UNESCO presentes assumiram o compromisso de trabalhar em projetos conjuntos de valorização dos seus territórios e da língua portuguesa.
O Geoparque Oeste esteve representado neste evento por Dinis Duarte, vereador do Município do Cadaval e membro da direção da Associação Geoparque Oeste (AGEO) e pelo coordenador executivo, Miguel Reis Silva.
Para Miguel Reis Silva este evento foi “uma oportunidade única de apresentar o território do Oeste enquanto Geoparque Mundial da UNESCO, mas também de conhecer boas práticas implementadas por outros geoparques e que podem ser implementadas no nosso território como forma de valorização do património e das pessoas”.
Dinis Duarte considerou que o “evento foi um momento chave no trajeto do Geoparque Oeste, nomeadamente ao nível da afirmação do território, mas sobretudo ao nível da exposição mediática e contactos estabelecidos com outras entidades de turismo brasileiras e Geoparques Mundiais da UNESCO”.
O autarca salientou ainda o estreitar de laços com o Turismo de Portugal, presente no evento, e demais Geoparques Mundiais da UNESCO portugueses.
