As obras de requalificação da Escola Básica Maria Rosa Colaço, em Almada, vão permitir receber mais 125 crianças no novo ano letivo.
A intervenção de requalificação e ampliação incluiu a construção de cinco novas salas de aula, que permitem alargar o número de vagas, aumentando a taxa de cobertura da educação pré-escolar e 1.º Ciclo no concelho.
A EB Maria Rosa Colaço vai poder receber mais 75 crianças do Pré-escolar – que se juntam às 50 vagas existentes previamente, num total de 125 lugares dos 3 aos 5 anos – e mais 50 do 1.º Ciclo, que acrescem às 175 vagas, totalizando 225 alunos.
A requalificação da Escola Básica Maria Rosa Colaço, integrada no Agrupamento de Escolas Francisco Simões, contemplou também o melhoramento dos outros espaços da escola, como cozinha, refeitório, sala de atividades polivalente, biblioteca, espaço exterior, equipamentos lúdicos, nova sala de professores e sala para o pessoal auxiliar, representando melhores condições para quem ali brinca, estuda e trabalha.

“Graças à persistência de todos e à resiliência de todo o corpo educativo, felizmente, neste início de ano escolar, estamos a inaugurar, por fim, a escola com que todos nós sonhámos ao longo destes anos”, referiu Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, mencionando os contratempos que surgiram ao longo da execução da obra.
“É um novo ano escolar, o Município tem novas competências, recebeu novas escolas, nem todas em bom estado. Não conseguiremos resolver todas as dificuldades em um, dois ou três anos, mas a mesma persistência, a mesma obstinação, a mesma energia e a certeza da mesma confiança na comunidade educativa, que faz viver as escolas e que permite que a Educação em Almada continue a ser uma referência, fará com que consigamos ultrapassar todas as dificuldades com êxito para bem de todas as nossas crianças”, disse a autarca.
Inês de Medeiros agradeceu também a presença da família de Maria Rosa Colaço na inauguração da ampliação e requalificação da EB Maria Rosa Colaço, integrada na receção à comunidade educativa, salvaguardando o valor da obra da escritora que “ainda hoje nos encanta a nós e às crianças e, certamente, às crianças desta escola”.
Com um investimento superior a 3,5 milhões de euros, este projeto contou com financiamento integrado no Programa Regional de Lisboa 2030 – Portugal 2030 na ordem dos 40% – cerca de 1,4 milhões de euros -, sendo o restante um investimento municipal.

