Doze militares receberam terça-feira as asas completas de piloto aviador, numa cerimónia que representa o fim da formação em pilotagem aeronáutica.
A Base Aérea N.º 11, em Beja, foi palco da cerimónia de Brevetamento do Tirocínio 02/23 da Academia da Força Aérea, presidida pelo chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general João Cartaxo Alves.
O capitão piloto aviador Pedro Jesus, comandante da Esquadrilha de Alunos, vincou o importante momento, recordou as etapas pelas quais passaram e fez a ponte para o futuro: “Após jurarem com o sacrifício da própria vida, entenderam que quem não deu tudo, nunca deu nada. Sentiram durante estes onze meses que tudo sempre foi o que foi esperado de vós, pois nada menos vos permitiria chegar a este momento sem esse nível de abnegação. Agora compreendem como valeu a pena, terem que passar além da dor, pois este, que foi o vosso Cabo Bojador, só ele vos permitiria atingir o céu, e assim o fizeste”, referiu.

Na presença de familiares, após a bênção pelo capelão adjunto da Força Aérea, coronel Leonel Matos de Castro, os alferes pilotos aviadores Diogo Machado, Filipa Barbosa, Filipe Gonçalves, Francisco Cunha, Francisco Matilde, Guilherme Marques, João Pereira, João Saloio, José Rocha, Luís Gil, Manuel Valadares e o tenente Pedro Marques receberam os brevets pelos instrutores da Esquadra 101.
Seguiu-se a entrega dos diplomas pelo chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General João Cartaxo Alves.
As “asas” concedidas a estes novos pilotos aviadores representam “a recompensa pelo esforço empreendido durante o curso e pelos conhecimentos adquiridos, fundamentais para enfrentar a atividade operacional, iniciando agora uma nova fase na carreira militar”, refere uma nota da Força Aérea Portuguesa.

