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	<title>Arquivo de PATRIMÓNIO CULTURAL - Diário Popular</title>
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	<description>Notícias de última hora sobre a atualidade em Portugal.</description>
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	<title>Arquivo de PATRIMÓNIO CULTURAL - Diário Popular</title>
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		<title>Iniciadas obras na Fortaleza de Santa Catarina na Praia da Rocha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 19:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AUTARQUIAS LOCAIS]]></category>
		<category><![CDATA[PATRIMÓNIO CULTURAL]]></category>
		<category><![CDATA[Algarve]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Património Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Praia da Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Portimão deu início esta semana a uma obra urgente e inadiável na Fortaleza de Santa Catarina,&#8230;</p>
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<p>A Câmara Municipal de Portimão deu início esta semana a uma obra urgente e inadiável na Fortaleza de Santa Catarina, na Praia da Rocha, com o objetivo de garantir a estabilidade estrutural de zonas que se encontram em avançado estado de degradação.</p>



<p>“Esta primeira intervenção, mais cirúrgica, resulta de um levantamento técnico exaustivo levado a cabo pela autarquia, que identificou riscos reais de colapso em diversos pontos do imóvel, nomeadamente fissuras, degradação de pavimentos e instabilidade de corrimãos – alguns dos quais já colapsaram durante o último inverno”, refere uma nota da autarquia.</p>



<p>Esta primeira fase da obra “não implicará quaisquer constrangimentos nos acessos à praia nem na circulação pedonal nas zonas envolventes da Fortaleza de Santa Catarina”, mantendo-se vedado ao público os espaços que até agora já se encontravam, como medida de precaução já implementada garantir segurança.</p>



<p>A instalação do estaleiro foi planeada para uma área próxima do estacionamento, de modo a minimizar o impacto visual e funcional sobre os visitantes.</p>



<p>A partir de setembro, “terá início a empreitada de fundo, que obrigará a um encerramento temporário do espaço”, esclarece a Câmara Municipal, remetendo para o arranque dos trabalhos a comunicação das alternativas de acesso à praia.</p>



<p>Com a tutela do imóvel transferida em 2023 para a autarquia, na sequência da descentralização de competências da Administração dos Portos de Sines e do Algarve, “esta intervenção marca o início de um processo mais alargado de requalificação da Fortaleza de Santa Catarina, património identitário da cidade e da sua memória coletiva”, conclui o comunicado.</p>
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		<title>Estabilização da encosta garante segurança ao Forte de São Filipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 21:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PATRIMÓNIO CULTURAL]]></category>
		<category><![CDATA[Construção e Obras Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito de Setúbal]]></category>
		<category><![CDATA[Património Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[PRR]]></category>
		<category><![CDATA[Setúbal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obra da segunda fase do reforço estrutural da encosta do Forte de São Filipe, em Setúbal, encontra-se na fase&#8230;</p>
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<p>A obra da segunda fase do reforço estrutural da encosta do Forte de São Filipe, em Setúbal, encontra-se na fase de realização de trabalhos de contenção da vertente, com muros e pregagens geotécnicas.</p>



<p>A intervenção, num investimento superior a 4 milhões de euros, destina-se a salvaguardar e valorizar o monumento nacional com soluções que garantam a segurança e estabilidade global do local.</p>



<p>Após com desmatação do local, a que se seguiram ensaios prévios, a obra, iniciada em janeiro de 2023, inclui a colocação de microestacas e a realização de ancoragens definitivas, entre outras ações.</p>



<p>Esta intervenção segue-se à primeira fase do reforço estrutural da encosta do Forte de São Filipe, executada em 2018, que implementou soluções para evitar o risco de derrocadas e um conjunto de medidas cautelares relacionadas com a ocupação ou potencial interferência com certas áreas marginais.</p>



<p>Em face do estado do monumento, da geologia do local, dos resultados obtidos ao longo dos anos nos dispositivos de instrumentação e observação instalados e dos condicionamentos existentes na zona de intervenção, foi determinada a necessidade de dar continuidade a soluções que estabilizem a encosta.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://diariopopular.pt/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="625" height="100" data-id="4719" src="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/10/PUB-600X100.webp" alt="Publicidade Diário Popular" class="wp-image-4719" srcset="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/10/PUB-600X100.webp 625w, https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/10/PUB-600X100-300x48.webp 300w" sizes="(max-width: 625px) 100vw, 625px" /></a></figure>
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<p>A nova fase é assegurada numa empreitada orçada em 4,179 milhões de euros, com financiamento a 75 por cento pelo POSEUR – Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos e comparticipação de 25 por cento pelo Estado, nos termos de um protocolo firmado entre o município, o Estado Português, a ENATUR – Empresa Nacional de Turismo e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil.</p>



<p>Paralelamente, está em execução o projeto da terceira fase da intervenção, relacionado com a requalificação das muralhas do forte, com o objetivo de que o monumento, que é património do Estado sob gestão direta da Câmara Municipal, possa voltar a ter capacidade hoteleira.</p>



<p>Esta fase foi objeto de um contrato de financiamento no valor de 1 milhão e 100 mil euros no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), assinado em 11 de janeiro entre a Câmara Municipal de Setúbal e o Estado, através do Fundo de Salvaguarda do Património Cultural.</p>



<p>O investimento no Forte de São Filipe, infraestrutura militar construída em 1582 para reforçar a defesa de Setúbal contra a pirataria, inclui controlo de espécimes vegetais que afetem elementos e reparação de fissuras e fendas na muralha, pátios e paredes das galerias, reforço estrutural, reabilitação e reforço do sistema de drenagem de águas e reposição do sistema de iluminação decorativa.</p>
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		<title>Palácio Nacional de Mafra restaurado com 13 milhões de fundos europeus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 16:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PATRIMÓNIO CULTURAL]]></category>
		<category><![CDATA[Autarquias Locais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Mafra]]></category>
		<category><![CDATA[PRR]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Palácio Nacional de Mafra terá várias intervenções de restauro, financiadas por fundos comunitários, no valor total de 13 milhões&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Palácio Nacional de Mafra terá várias intervenções de restauro, financiadas por fundos comunitários, no valor total de 13 milhões de euros.</p>



<p>Foram aprovados por unanimidade, pelo Município de Mafra, dois concursos com fundos Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e um valor que ascende aos 5,8 milhões de euros, com o objetivo de avançar com as obras de restauro e conservação da biblioteca, basílica, envolvente e claustros do Palácio Nacional de Mafra.</p>



<p>Um dos concursos a ser lançado refere-se às obras de conservação e reabilitação da envolvente e claustros do Palácio Nacional de Mafra. Com um valor de 3 milhões de euros, este prevê um prazo de execução de 14 meses, após o começo da empreitada.</p>



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<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://diariopopular.pt/"><img decoding="async" width="600" height="96" data-id="3580" src="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png" alt="" class="wp-image-3580" srcset="https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100.png 600w, https://diariopopular.pt/wp-content/uploads/2024/07/PUB-600X100-300x48.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></figure>
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<p>O outro concurso público, com um valor de 2,8 milhões de euros, refere-se às obras de conservação e restauro da basílica e biblioteca do monumento e assume também um prazo de execução de 14 meses, a contar do início das obras.</p>



<p>Já a decorrer estão as obras de outra intervenção no Palácio Nacional de Mafra, no valor de 7 milhões de euros também financiado pelo PRR, que têm como objetivo a instalação definitiva do Museu Nacional da Música.</p>



<p>O Palácio Nacional de Mafra assume um património histórico de grande relevo com, por exemplo, o maior conjunto sineiro do mundo, com dois carrilhões e 119 sinos, repartidos por sinos das horas, da liturgia e dos carrilhões, seis órgãos históricos e a biblioteca.</p>



<p>O monumento apresentará também o Museu Nacional da Música, que assume uma das mais ricas coleções da Europa de instrumentos musicais, com um acervo composto por mil instrumentos dos séculos XVI ao XX, de tradição erudita e popular.</p>



<p>O cravo Taskin, construído em 1782 a pedido do rei Luís XVI de França, o violoncelo Stradivarius, que pertenceu ao rei Dom Luís, o piano que foi usado pelo compositor e pianista Franz Liszt quando em 1845 esteve em digressão em Portugal e ainda os cravos Antunes, de 1758 e 1789, são alguns dos tesouros nacionais que poderão ser visitados.</p>



<p>O Palácio Nacional de Mafra foi classificado como Património Cultural Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em julho de 2019.</p>
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